terça-feira, 18 de novembro de 2014

"Brasil, Podemos!" vai cerrar fileira com todos que, de forma ou outra, fazem a defesa veemente da Democracia Real.
É uma chamada cívica.
A expressão como espécie de aposto vocativo une sentidos de gramática e atitudes populares, prática cultural e política diante de um quadro concreto de conteúdo reacionário diante do Estado Democrático de Direito que só agora toma contornos lúcidos e nítidos nessa construção heróica do estado brasileiro independente e autônomo.
Temos que realizar a Carta Magna, subjetiva e objetivamente, eis que é uma transição e estrutura para o Estado Social, onde haverá, definitivamente, Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Por aqui escreveremos nossos pensamentos, conjugando Teologia, Antropologia, História, Ciência Política, Filosofia direcionadas à consciência cidadã, com ênfase do que se extrai da Arte e da Educação e no que podem elas somar no Brasil, Podemos!
Podemos.
Sim, podemos concluir a etapa que vivemos; podemos evoluir mais e mais; podemos decidir nossos rumos e interesses sociais, especialmente. Podemos ser uma economia estável, com a democratização do consumo e da produção, eliminando de vez por todas a ideia monetarista de desenvolvimento, porquanto são incompatíveis o monetarismo proposto pelos especuladores das riquezas planetárias - tesouros que a todos pertencem, indistintamente - com o desenvolvimento humanístico - o ser humano na sua integralidade física e moral,
É hora de luta! É o momento de reagir à dependência do capital. É hora de eleger o trabalho como valor social, realmente, de fato, verdadeiramente.
Podemos enfrentar e vencer a proposta de retrocesso que vemos e ouvimos pelas ruas, por vezes e eventualmente, amparadas e ancoradas - as manifestações - na ignorância daqueles que, de maneira vil, se acovardaram, sem entregaram ao efêmero do consumo e da descartabilidade das coisas que, como coisas permanecem sem nunca serem bens.
As posições estão definidas e é insofismável a existência de ideologias liberal/capital e socialista/trabalho. Aquele sedizente de centro - esquerda e direita - integra a essência da direita liberal e capitalista, burgueses e pretendentes ao "status" nas linhas burguesas.
Podemos e vamos resistir a qualquer movimento que queira instalar neste País o Estado Ditatorial do Capital.
Sigamos a marcha dos fortes e livres, no caminho da Democracia Real e deste Estado Democrático de Direito que, finalmente, está ao nosso alcance.
Sejam todos bem vindos!
Luiz Américo Alves Aldana